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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

DESEJOS.


Esperei a hora para dizer a todos os ouvidos presentes que iria revelar meu mais preciso desejo.
Que desejo?
Perguntavam-me a turba, e, eu lhes falei:
Só direi aqueles que se mostrarem dignos de minha confiança.
Daquela multidão que me acompanhou, ou de uma forma ou outra esteve presente nesses passos meus,  ou apenas trocou algumas palavras durante o caminho que construí, muitos se revoltaram e seguiram em brandos gritos de revolta.
Dos que ali ficaram alguns tinham os olhos ávidos em descobrir o que eu tive nessa jornada que eles poderiam apropria-se. Outros se aproximavam com o intuito de quem poderá usar para me caluniar.
Lá no centro da turba, um poucos seres, sem nenhuma empolgação própria, apenas olhavam e em seus olhos eu sabia que eles aguardavam para ver se poderiam me ajudar.
A esses eu confiei meus mais profundos segredos, minhas falhas e minhas vitorias e compartilhei de coração limpo todos meus desejos.
Ficaram felizes pela minha felicidade, alegres e admirados ao descobrir que esses desejos, os planos e minha historia de vida só teve significado pela presença de cada um desses poucos e lindos amigos que me proporcionaram a parte mais importante desse caminhar.  

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Minha poesia é meus sentimentos




A poesia que escrevo tem sentido ao meu peito, tem carisma aos meus olhos e ilumina Minh alma.
Aos meus passos faz cadencia, aos ouvidos sintonia e se me perco em devaneios lendo ou escrevendo sobre palavras que me nascem é por deleite da prosa que te ouço e me inspiro.
Não me desnudo a tudo que vejo mas sim ao que sinto e deste sentido me completo.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

SEGUIR COM FÉ.


Não vou deixar o meu sol sozinho ou solzinho como queiras, nem tampouco meu parafrasear se apagar ou esquecer-se por que veio.
Farei de novo diferente ou a mesma coisa de outra forma, já é mudança. Assim mudo não o cenário, mas os passos ou as pegadas deixadas tão só que as trilhas encolheram. Caracas quantas trincheiras sem passadas largas, sairei da sombra para ocupar lugar que me pertence, sairei de traz das desculpas esfarrapadas pela pobreza de espirito. Deixarei ao relento as farsas e desculpas. Agora sim, descarreguei toda tralha que me impedia de prosseguir, me atravancava os passos e a coragem. Olhei ao horizonte e mirei meu rumo, fixei meu destino e minha trajetória. Assim caminharei sabendo aonde ir e o que encontrar. Esperar só o clarear do pensar para prosseguir na meta, no destino com coragem e fé. 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

BILL E DEMA.



Bill aos dez anos passava horas sozinho, preferia a solidão ao contato das pessoas, Bill adorava deixar seus pensamentos vagar por onde existia silencio e calmaria.
Sua casa estava sempre cheia, seus pais tiveram 10 filhos, era demais, não havia como ter privacidade alguma. Bill se ressentia com isso, Prefiro vagar pelo mundo sem rumo a conviver com essa multidão. Pensava Bill. Ele era o filho do meio, ou seja, era invisível.
Ele tinha como companhia Dema, por ser calado e frequentemente vagava pelas ruas sem rumo, os dois tinha em comum serem inexistente em suas famílias. Dema, morava com a mãe que estava constantemente bêbada e o pai que aparecia mês sim, mês não e era sempre para subir em sua mulher e desaparecia novamente. Os dois caminhavam pelos morros da aldeia Virna, um lugarejo na extremidade da cidade de Corin, no sul da América. Não tinha muita a fazer naquele lugar, alguns meninos iam pescar, jogavam bola ou simplesmente matava o tempo em rodinhas de conversa fiada. Bill detestava aqueles meninos e suas panaceias. Ao lado de Dema ele caminhava por vários morros e no mais alto deles sentavam e observavam o mundo lá em baixo, ou pelo menos o que eles conheciam. No final da tarde, já com um fiozinho de luz no horizonte, ele retornavam para casa. Dema tinha que estar as 6 no máximo em casa, sua mãe bêbada ou não lhe enchia o saco caso demorasse. Sempre gritando, sempre brigando e pegando no seu pé. Ô moleque, ainda na companhia daquele morto? Por que não procura o que fazer e trás dinheiro para casa? Você é outra coisa sem futuro. Dizia sua mãe sempre que chegava a casa. Isso é a maior merda, dizia Dema e deitava no sofá olhando para a televisão. Sua mãe continuava a reclamar enquanto fazia a comida. Dema tinha outra pessoa com quem partilhava seu tempo após Bill ir para casa, ele saia às vezes com Miguel, um rapaz de 18 anos que morava no fundo da sua casa, como inquilino. Miguel com a cara cheia de espinha usava roupa de cowboy, de chapéu e tudo adorava ser chamado de cowboy, morava com a avó depois de ser expulso de casa. Miguel fumava maconha o dia todo e quando Dema chegava em casa ele o convidava a dar um “pega” um “tiro” como dizia Miguel, Dema se esquivava tinha medo de ficar doidão, mas aquela noite estava muito quente e Dema não aguentava a falação de sua mãe, foi ao fundo do quintal e se encontrou com Miguel. Fala mano. Disse Miguel.   E aí Miguel, ainda chapado?
Pode crer mano, e então chega na área. Falou Miguel.
Dema estava suando muito e Miguel lhe ofereceu um refrigerante que Dema aceitou.
Quer dar uma bola? Ofereceu Miguel, estendendo o cigarro da erva.
Não valeu, deixa pra próxima, Dema apenas pegou o refrigerante e sentou, olhando aquela bagunça que era o quintal de Miguel. Ficou observando Miguel acabar de fumar sua erva e ficar bem louco. A avó chamou Miguel que saiu rápido.
Dema já caminhando para casa notou no chão um cigarro de maconha, abaixou e colocou no bolso. Depois da aula subiu o morro com Bill.
Dema lembrou-se do cigarro. Olha Bill, mostrando a erva para Bill que pegou e cheirou a erva. Nossa Dema, você esta fumando. Falou Bill.
Não, ainda não, achei lá no quintal do Miguel.  Eles ficaram ali olhando para aquele cigarro sem saber o que fazer, foi Bill que perguntou se ele tinha fosforo. Dema sorriu e tirou uma caixa do bolso. Eles acenderam o cigarro e fumaram olhando o mando aos seus pés.
Ficaram lá, rindo e delirando até tarde. quando voltaram para casa já era noitinha e estavam com muita fome. Depois daquele dia, Dema sempre pedia para Miguel um Cigarro maldito.,












good feeling

Adam Pash Editor-in-Chief of Lifehacker

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O outro que há em mim é você.!

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Nasci em são paulo, em 21 de dezembro de 1967. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas... Aí vai! Estou com 42 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade. Hoje cursando psicologia.

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